Apresentação
Nova Realidade de Pesquisa Nacional
A Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa Agropecuária foi criada em 1999, com a participação de produtores de sementes dos Estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. Com sede em Londrina (PR), a fundação viabiliza a sustentação técnica e financeira aos programas de pesquisa de entidades nacionais, contribuindo para o desenvolvimento e a modernização da agricultura brasileira.
Além do apoio técnico e financeiro à pesquisa, a Fundação Meridional desenvolve trabalhos ligados à transferência de tecnologia aos agricultores, através da realização de Vitrines de Tecnologias, Dias de Campo, Palestras, Unidades Demonstrativas, entre outras metodologias de difusão. São oportunidades de mostrar a melhor tecnologia de produção, novas técnicas de defesa fitossanitária e manejo conservacionista do meio ambiente, assegurando a rentabilidade da atividade agrícola.
Através de convênios firmados com a Embrapa e IAPAR são desenvolvidos trabalhos relacionados aos programas de melhoramento genético das culturas de soja e trigo.
A Maior Representatividade Nacional
Os trabalhos da Fundação Meridional estão, atualmente, dirigidos para o incremento das culturas de soja e trigo, uma vez que são as espécies vegetais mais importantes no agribusiness brasileiro. A soja por representar um grande volume nas exportações e o trigo, por sua vez, por estar em franco crescimento em busca da autosuficiência da indústria moageira no Brasil.
A importância e o alcance deste trabalho podem ser dimensionados pela representatividade que a Fundação Meridional tem no cenário nacional. São 63 produtores de sementes colaboradores da Fundação, nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, que compreendem a Região Meridional do Brasil.
Na soja, estes produtores representam um mercado de 204 mil toneladas de sementes, equivalentes a 96% de toda semente produzida nos três estados, correspondendo a 37,5% da produção nacional.
No Trigo, são responsáveis por um mercado de 94 mil toneladas de sementes, correspondendo a 83% do total produzido nos três estados e 65% da produção nacional deste cereal. Além disto, os três estados (SC, PR, SP) respondem, ainda, por 55% da produção brasileira de grãos.
O desenvolvimento das pesquisas para o avanço da soja objetivado pela Fundação Meridional conta com uma equipe altamente qualificada para a execução do trabalho, com pessoal da própria Fundação e também da Embrapa e do IAPAR: são 36 pesquisadores, 16 agrônomos, 31 técnicos agrícolas e 98 operários de campo. O longo alcance geográfico e a descentralização são outras características do projeto que permitem atender a um grande número de agricultores: são 27 locais de ensaios de soja e 23 locais de ensaios de trigo, estrategicamente distribuídos pelos estados de SC, PR, SP e MS, onde são testadas milhares de progênies e linhagens, visando a obtenção de novas cultivares melhor adaptadas às mais diversas condições edafoclimáticas.
Valor do Projeto
Para assegurar a realização de um projeto de longo alcance como este, a Fundação Meridional viabiliza uma estrutura com aparato tecnológico muito grande. Para isso, além do esforço próprio (com recursos materiais, humanos e financeiros), está em constante busca de colaboradores mantenedores (empresas e entidades públicas ou privadas do setor agropecuário).
Anualmente são investidos aproximadamente R$ 2.500.000,00 para manutenção da pesquisa e da transferência de tecnologias aos agricultores, nas culturas de soja e trigo.
Os Benefícios
Toda a estrutura montada pela Fundação Meridional em parceria com as empresas que participam do projeto, visa obter resultados práticos, com tecnologias que serão incorporadas ao dia-a-dia dos agricultores. São executados, anualmente, testes em milhares de linhagens de soja e trigo, permitindo a obtenção de novas cultivares, que serão produzidas com exclusividade por seus colaboradores. Juntamente com a difusão do avanço genético das cultivares, realiza-se um grande número de eventos com o objetivo de transferência aos agricultores da melhor tecnologia e manejo de produção, garantindo aumento da rentabilidade e competitividade. São aproximadamente 73 Dias de Campo na cultura da soja e mais 31 Dias de Campo na cultura do trigo, atingindo um público superior a 50 mil pessoas a cada nova safra. Consolida-se cada vez mais o progresso econômico do agronegócio para o homem do campo, permitindo-lhe uma maior possibilidade de adquirir equipamentos e insumos com tecnologia de ponta.
Desta forma, estabelece-se o desenvolvimento do maior mercado de soja e trigo do Brasil e da maior rede de ensaios das Regiões Sul e Sudeste do Brasil.
O resultado: Um forte elo entre pesquisa, fornecedores de tecnologia e nossos agricultores.

 
 
Fone: (43) 3323-7171 Fax: 3324-6742
E-mail: meridional@fundacaomeridional.com.br